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A expansão da renda dos brasileiros teve um papel crucial no crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) no primeiro trimestre deste ano, conforme apontado pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp). O PIB cresceu 0,8% em comparação ao trimestre anterior, após dois períodos consecutivos de estabilidade.
A Fiesp destacou a resiliência do consumo e dos serviços, impulsionados pela expansão da renda. O pagamento de precatórios pelo governo federal, que injetou R$ 131 bilhões na economia, cerca de 1,1% do PIB, também contribuiu significativamente para esse crescimento.
No primeiro trimestre, o mercado de trabalho continuou aquecido, com a criação de mais de 730 mil novas vagas de emprego formal, superando as 520,3 mil vagas do mesmo período em 2023. Esse dinamismo refletiu-se no aumento da massa salarial, que cresceu 10,4% em termos reais.
A retomada da produção de bens de capital e o avanço de 4,1% na Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF) indicam uma projeção de crescimento econômico contínuo. A indústria de transformação também apresentou crescimento de 0,7% no primeiro trimestre, embora a Fiesp observe que a redução lenta dos juros pelo Banco Central tenha limitado uma recuperação mais robusta.
Apesar dos desafios impostos pelos juros elevados, a Fiesp enfatizou que o impacto negativo não é uniforme entre os setores industriais. Setores mais sensíveis aos juros foram os mais afetados pelo último ciclo de aperto monetário.
Com informações da Agência Brasil
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