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A deputada Gleisi Hoffmann, presidenta do Partido dos Trabalhadores (PT), criticou em uma postagem no X (antigo Twitter) um editorial da Folha de S.Paulo que defendia maior autonomia para o Banco Central (BC). Hoffmann destacou que o BC não possui "receitas próprias" e que as reservas que administra pertencem ao país e ao povo brasileiro. Por isso, é essencial que a diretoria do BC seja nomeada e demissível pelo governo eleito, e não por um governo derrotado.
Gleisi também criticou o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, afirmando que ele nunca teve verdadeira independência política. Segundo ela, o governo anterior, sob Jair Bolsonaro, não se importava com a oferta de crédito, investimento, empregos e crescimento do país – missões fundamentais do BC. Em vez disso, os juros estratosféricos de 2022 foram uma medida para conter a inflação, enquanto o governo de Bolsonaro despejava bilhões na economia de forma irresponsável, visando comprar votos.
Hoffmann afirmou que não havia justificativa para manter os maiores juros reais do mundo durante o governo de Luiz Inácio Lula da Silva. Para ela, a gestão de Campos Neto, os juros altos e o projeto de autonomia do Banco Central são indefensáveis.
Editorial da Folha repete balelas para defender “autonomia” ainda maior do BC. Esquece que o Banco não tem “receitas próprias”. A fortuna que ele administra são as reservas que pertencem ao país, ao povo brasileiro, motivo essencial para que sua diretoria seja nomeada (e…
— Gleisi Hoffmann (@gleisi) July 20, 2024