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A ascensão de Giselle Monteiro ao cargo de secretária-adjunta no PL Mulher, apesar de sua ligação com o controverso ex-vereador Gabriel Monteiro, é um reflexo preocupante da política atual. A nomeação, ocorrida durante um evento do PL Mulher no Rio de Janeiro, foi noticiada pelo colunista Guilherme Amado, do Metrópoles, e levanta questionamentos sobre a integridade e os valores defendidos pelo partido.
Giselle, eleita deputada estadual em 2022, contou com o apoio de seu irmão, Gabriel Monteiro, cuja carreira política foi marcada por escândalos e acusações graves. Gabriel perdeu seu mandato na Câmara dos Vereadores do Rio de Janeiro após ser denunciado por estupro, um crime que choca e repudia os valores defendidos pela sociedade.
A ligação de Gabriel Monteiro com o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e as investigações sobre sua conduta, incluindo a posse de vídeos de relações sexuais com uma menor de idade, são indicativos de um padrão de comportamento que não deveria encontrar espaço em nenhuma esfera do poder público. A prisão de Gabriel em novembro do ano passado apenas reforça a necessidade de uma política mais ética e responsável.
A nomeação de Giselle Monteiro, dada a proximidade com seu irmão e o contexto de suas acusações, é um sinal alarmante de como certos partidos e figuras políticas continuam a ignorar questões fundamentais de ética e moralidade. É essencial que a política brasileira se afaste de figuras e práticas que mancham sua reputação e comprometem a confiança do público.
*Com informações do DCM
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