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Gleisi Hoffmann, presidente nacional do PT, reagiu fortemente às declarações de Michelle Bolsonaro, feitas em um evento do PL Mulher no Rio de Janeiro. Michelle havia criticado o presidente Lula e o ministro dos Direitos Humanos, Silvio Almeida, usando a linguagem neutra como pretexto para seus ataques. Em resposta, Gleisi Hoffmann destacou a hipocrisia e a manipulação política de Michelle, citando seu uso da fé para fins políticos, viagens luxuosas e envolvimento em escândalos de corrupção.
Michelle Bolsonaro, esposa do ex-presidente Jair Bolsonaro, respondeu nas redes sociais, referindo-se a Gleisi Hoffmann de forma pejorativa como “amante”. Essa acusação remonta a 2016, quando em uma delação premiada, Benedicto Júnior, o “diretor do departamento de propina”, mencionou uma lista de apelidos de políticos, onde Gleisi supostamente era identificada por esse codinome.
A ex-primeira-dama também insinuou que as críticas de Gleisi poderiam ser motivadas por inveja do sucesso do PL Mulher ou por resultados de pesquisas no Paraná. Esta troca de farpas entre as duas figuras políticas reflete a tensão e o contraste entre as visões e práticas do PT e do PL, especialmente em relação à ética, transparência e uso da religião na política.
Veja as publicações:
Michelle e Bolsonaro são o casal mais cara de pau do planeta. Ela criticando o governo, @LulaOficial e @JanjaLula é ridículo, quem é ela pra falar? Usa a fé pra enganar as pessoas e se fazer politicamente, passeou no exterior com o maquiador a tira colo, tá envolvida no…
— Gleisi Hoffmann (@gleisi) November 26, 2023
O que teria levado a pessoa conhecida como AMANTE (codinome na lista da Odebrecht) a, gratuitamente, fazer ataques tão vorazes a mim e à minha fé?
— Michelle Bolsonaro (@Mi_Bolsonaro) November 27, 2023
(Continua)
Lista de codinomes: https://t.co/PM3rVCQ1IP