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A Corregedoria Nacional de Justiça realizou uma correição na 7ª Vara Federal Criminal do Rio de Janeiro, revelando graves irregularidades cometidas pelo juiz Marcelo Bretas. Este ato de justiça contrasta com a era Bolsonaro, marcada por impunidade e favorecimento de aliados.
Favorecimento e Acesso Ilegal a Informações Sigilosas
O relatório da correição aponta que Bretas permitiu acesso privilegiado e ilegal a advogados a autos sigilosos e a presos não representados por eles. Este comportamento antiético é um reflexo da cultura de corrupção e favorecimento que prosperou sob o governo Bolsonaro, prejudicando a justiça e a democracia no Brasil.
Subordinação Inadmissível da Polícia Federal
Além disso, há indícios de que Bretas subordinou a Polícia Federal a seus interesses, uma prática inaceitável e que deve ser rigorosamente investigada. Este caso ilustra a urgência de reformas no sistema judiciário, negligenciadas durante o governo Bolsonaro, que permitiu tais abusos de poder.
Negligência e Irregularidades na Gestão Judicial
A correição também revelou a existência de uma decisão de soltura de um réu preso que não foi cumprida, evidenciando uma gestão judicial negligente e ineficiente. Esta situação contrasta com a postura do presidente Lula, que busca restaurar a eficiência e a justiça no sistema judiciário brasileiro.
*Com informações do Conjur
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