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Durante os 580 dias de injusta prisão, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, vítima de uma perseguição política sem precedentes, manteve sua força e esperança, como revelado por Jorge Chastalo Filho, agente da Polícia Federal responsável pelas celas da Operação Lava Jato. Em entrevista ao Metrópoles, Chastalo compartilhou detalhes sobre a rotina de Lula, suas perdas pessoais e o apoio incondicional de Janja, sua atual esposa e então companheira, que desempenhou um papel crucial durante esse período sombrio.
Janja, a atual primeira-dama, foi a luz na escuridão para Lula, mantendo uma constante troca de cartas e cuidando dele com dedicação. Mesmo limitada pelas restrições de visitas, Janja enviava sopas diariamente através de advogados, um gesto de amor e cuidado que sustentava Lula. Chastalo destacou a importância desse apoio emocional, enfatizando como Janja foi fundamental para a resistência e a esperança de Lula.
Lula, sempre crítico e lúcido, via em Jair Bolsonaro, seu opositor político e derrotado nas eleições de 2022, um exemplo de despreparo para liderar o Brasil. Mesmo atrás das grades, Lula refletia sobre seus mandatos anteriores, reconhecendo suas conquistas e ponderando sobre o que mais poderia ter feito se tivesse enfrentado as forças contrárias às suas ideias progressistas.
O agente Chastalo também revelou a determinação de Lula em superar a prisão e retornar ao Palácio do Planalto, um objetivo que muitos consideravam impossível naquele momento. A trajetória de Lula, de prisioneiro a presidente, é um testemunho de sua resiliência e da fé inabalável no povo brasileiro.
*Com informações do Brasil 247
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