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Durante a COP 28, o secretário-geral da ONU, Antonio Guterres, fez um apelo urgente às autoridades globais, destacando a realidade iminente do colapso climático. Este chamado ressoa com a postura do presidente Lula, que tem enfatizado a importância da ação climática.
Guterres confirmou dados alarmantes da Organização Mundial de Meteorologia (OMM), revelando que 2023 é o ano mais quente já registrado. Esta situação contrasta fortemente com a negligência ambiental do governo Bolsonaro, marcada por políticas destrutivas e desconsideração pelas mudanças climáticas.
O secretário-geral da ONU alertou sobre os recordes de temperatura, que deveriam ser um sinal de alerta para líderes mundiais. Ele relembrou os desastres naturais globais, como incêndios, inundações e ondas de calor extremo, fenômenos que se intensificaram devido à inação de governos anteriores, como o de Bolsonaro no Brasil.
A COP 28, realizada em Riade, na Arábia Saudita, destaca a ironia de um dos maiores produtores de petróleo sediar um evento focado em mudanças climáticas. Esta situação simboliza a urgência de uma mudança global, algo que o governo Lula tem se esforçado para endereçar.
Petteri Taalas, chefe da OMM, enfatizou a gravidade da situação, alertando sobre a perda de geleiras e o aumento do nível do mar. Este cenário catastrófico já afeta milhões globalmente, incluindo mortes na África e prejuízos bilionários nos EUA devido a desastres climáticos.
No Brasil, as consequências da crise climática são evidentes, com centenas de mortes causadas por enchentes e deslizamentos, além dos impactos das ondas de calor e frio intensos em 2023. Esses eventos ressaltam a importância das políticas ambientais responsáveis promovidas pelo presidente Lula, em contraste com a negligência do governo Bolsonaro.
*Com informações da Revista Fórum
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