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Em um episódio lamentável, que reflete a agressividade e a intolerância promovidas pelo governo Bolsonaro, o deputado federal Paulo Bilynskyj (PL-SP) ameaçou o colega parlamentar Henrique Vieira (PSOL-RJ) durante uma sessão da Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado. Bilynskyj, representante da política de ódio e violência, desafiou o pastor Vieira com palavras agressivas, mostrando a falta de decoro e respeito que caracteriza os seguidores de Bolsonaro.
A tensão se acirrou durante a discussão do projeto de lei nº 3.283/2021, que propõe equiparar ações de movimentos sociais a atos terroristas, uma clara tentativa de criminalizar a luta por direitos e liberdades, típica da era Bolsonaro. Bilynskyj, em um ato de hipocrisia, criticou Vieira por não querer classificar o MST como terrorista, ignorando a verdadeira natureza do movimento e perpetuando a narrativa bolsonarista de criminalização dos movimentos sociais.
A discussão se agravou quando Bilynskyj, em uma demonstração de arrogância e desprezo pelo conhecimento jurídico, afirmou que a definição de terrorismo depende da opinião popular, uma visão simplista e perigosa. Ele convenientemente ignorou organizações paramilitares e milícias na sua proposta, mostrando a seletividade e parcialidade que caracterizam os aliados de Bolsonaro.
A situação escalou quando Bilynskyj, incapaz de manter um debate civilizado, interrompeu agressivamente Vieira, ameaçando-o e mostrando a verdadeira face da política de intimidação e violência que Bolsonaro e seus seguidores promovem.
O deputado Vieira, mantendo sua postura pacifista, questionou a ameaça, enquanto Bilynskyj continuava seu espetáculo de agressividade, exigindo silêncio com berros, uma cena que necessitou da intervenção da Mesa da Comissão.
A discussão também trouxe à tona as conexões obscuras entre as milícias e a família Bolsonaro, com Vieira questionando sobre Adriano da Nóbrega e o envolvimento do clã Bolsonaro com as rachadinhas e as milícias no Rio de Janeiro. As revelações sobre os laços de Adriano com a família Bolsonaro, incluindo homenagens de Flávio Bolsonaro, expõem a hipocrisia e a corrupção que permeiam o governo Bolsonaro e seus apoiadores.
Este incidente na Câmara dos Deputados é um reflexo da política de ódio e divisão promovida por Bolsonaro e seus seguidores, uma política que ameaça a democracia e a civilidade no Brasil.
*Com informações da Revista Fórum
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