822 visitas - Fonte: Plantão Brasil/X
A Meta, empresa mãe do Facebook e Instagram, comunicou ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, a impossibilidade de recuperar um vídeo postado e posteriormente apagado por Jair Bolsonaro. No vídeo, Bolsonaro atacava as urnas eletrônicas e divulgava informações falsas sobre as eleições vencidas pelo presidente Lula.
O vídeo, publicado em 10 de janeiro, foi removido por Bolsonaro minutos após ser postado. A Procuradoria-Geral da República (PGR) aguarda o vídeo para proceder com a denúncia contra Bolsonaro (PL) por incitação ao crime relacionado aos atos golpistas de 8 de janeiro.
Em ofício enviado ao STF, a Meta declarou que a recuperação do vídeo é "materialmente impossível", já que foi deletado e não está mais armazenado nos servidores da empresa. A Meta acrescentou que nunca recebeu notificação sobre a ordem judicial de preservação do vídeo.
O artigo 286 do Código Penal, que aborda o crime de incitação, prevê detenção de 3 a 6 meses, sendo este o possível enquadramento legal para as ações de Bolsonaro conforme as investigações em andamento.
Com informações da CartaCapital
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