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Durante uma reunião ministerial nesta quinta-feira (20/12), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu a permanência de Flávio Dino como ministro da Justiça até 8 de janeiro, antes de assumir sua nova posição no Supremo Tribunal Federal (STF) em fevereiro. Lula elogiou Dino, destacando sua eleição como um marco histórico, sendo o primeiro comunista a ocupar um cargo na Suprema Corte, segundo a extrema direita.
Na reunião, que marcou o último encontro do primeiro escalão do governo neste ano, Lula enfatizou a importância de Dino agir com amor, carinho e justiça, ressaltando que a visão ideológica não deve prevalecer sobre o compromisso com o povo brasileiro e a verdade. Dino, que deve fazer um balanço de suas ações à frente do ministério, foi aprovado pelo Senado Federal na quarta-feira (13/12), juntamente com Paulo Gonet para a Procuradoria-Geral da República (PGR).
Lula lembrou que Dino permanecerá no cargo até um ano após os atos antidemocráticos de 8 de janeiro, articulando um evento do Planalto em parceria com os presidentes do STF, da Câmara dos Deputados e do Senado Federal. A posse de Dino no Supremo está marcada para 22 de fevereiro.
Ainda indefinido, o próximo chefe do Ministério da Justiça pode resultar na divisão da pasta em duas: Justiça e Segurança Pública. As indicações de Dino e Gonet para o STF e a PGR, respectivamente, foram chanceladas pelo Senado, com Dino recebendo 47 votos favoráveis e Gonet 65.
Dino foi indicado por Lula para o STF em 27 de novembro, preenchendo a vaga deixada pela ministra Rosa Weber. Paulo Gonet substituirá Elizeta Ramos, que ocupava interinamente o cargo após o fim do mandato de Augusto Aras.
Com informações do Brasil 247
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