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A recente posse do presidente Javier Milei na Argentina já reflete impactos negativos na economia, especialmente para os cidadãos comuns. Um exemplo claro disso é o súbito aumento nas taxas dos planos de saúde, que, a partir de janeiro, sofrerão um reajuste exorbitante de aproximadamente 40%. Esse aumento é uma resposta direta aos decretos econômicos implementados pelo governo Milei.
Os reajustes variarão entre 35% e 42%, uma taxa que sobrecarrega significativamente os cidadãos argentinos. Representantes do setor de saúde alegam que esse aumento busca compensar o atraso nos preços, que, segundo eles, já ultrapassam 50%. Este atraso não considera o impacto da inflação recente e a desvalorização monetária, especialmente em relação a insumos majoritariamente importados.
Essa situação revela as primeiras consequências das políticas econômicas de Milei, que parecem privilegiar certos setores em detrimento da população geral. O aumento substancial nos planos de saúde não apenas afeta a capacidade financeira dos argentinos, mas também levanta preocupações sobre o acesso a serviços essenciais de saúde em um momento crítico.
Com informações do jornal O Globo
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