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A Justiça e a sociedade argentina se mobilizam contra as medidas neoliberais do presidente Milei, questionando sua constitucionalidade.
Neste sábado (23), a Justiça federal da Argentina admitiu uma ação coletiva contra as políticas neoliberais implementadas pelo presidente Javier Milei. Organizações civis e sindicatos desafiam a constitucionalidade dos decretos que ameaçam direitos trabalhistas e o setor público.
As organizações convocaram uma manifestação em frente aos tribunais na próxima quarta-feira (27) para formalizar a contestação judicial. Eles se opõem às medidas de Milei que incluem desregulamentação de serviços essenciais e privatizações, consideradas um retrocesso para a sociedade argentina.
O governo Milei, em uma ação controversa, convocou o Congresso para sessões extraordinárias para debater os decretos. Essa convocação ocorre em meio a protestos generalizados contra as reformas, que incluem mudanças radicais na economia e no mercado de trabalho.
As medidas de Milei enfrentam forte oposição por seu impacto na sociedade. Os decretos, que visam privatizar empresas estatais e flexibilizar o mercado de trabalho, são vistos como um ataque aos direitos dos trabalhadores e à soberania nacional sobre recursos vitais.
Com informações do G1
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